quinta-feira, 14 de abril de 2011

Entrevista com Marcelo Oliosi Smigol

Marcelo, o que fez você querer ser jornalista?

Eu era atleta do remo do Flamengo e a ajuda de custo sempre atrasava, me formei em Ed. Física e virei funcionário do clube e o salário sempre atrasava. Aí resolvi fazer outra faculdade e mudar de carreira.

Qual matéria que você fez mais te marcou?

A cobertura das Olimpíadas de Pequim, que eu fui sozinho, foi muito marcante. Muito diferente de tudo. Olimpíada também é muito impactante NÉ!

Sabemos que você tem uma tatuagem do Flamengo no braço direito, o que significa o Flamengo para você?

O Flamengo fez a minha formação como atleta, como cidadão, amadurecimento, saúde, fiquei 12 anos treinando e competindo, fiz o segundo grau e faculdade pagas pelo clube, morei no alojamento e depois no prédio em frente ao Pão de Açúcar (Morro da Viúva) enfim amadureci cedo e devo muito do que tenho de raça, disposição, aquela coisa de nunca desistir nunca se entregar ao clube que me formou.

Qual o seu jogo do Flamengo inesquecível?

O jogo com o Grêmio que deu o título de campeão brasileiro de 2009 ao clube foi muito especial. Pela festa da torcida que lotava o Maracanã e por ter tanto tempo que o clube não era campeão brasileiro eu vi a emoção dos torcedores e até dos próprios coleguinhas da imprensa que geralmente não ficam tão emocionados. Lembro do meu câmera gravando chorando muito e eu dizendo pra ele não perder o foco. Foi sinistro!!!

Se você não fosse jornalista, o que gostaria de ser?

Sei lá eu acho que eu nasci pra isso mesmo.

Sabemos que além de jornalista, você também é humorista. Gostaríamos que falasse sobre suas peças em cartaz.

Estou em cartaz com o stand up Comédia a La Carte com o meu amigo Felipe Absalão no Teatro Grandes Atores, sextas e sábados às 23h no shopping Barra Square. Sabe como é... só de reportagem ainda não ta dando pra viver!

Deixe uma mensagem para toda a nação rubro-negra e seus fãs.

Entrem no site: www.comediaalacarte.com e imprima a filipeta pra pagar meia. Vocês vão rir muito com as histórias que não posso contar na TV e ainda vão ajudar o repórter aqui a pagar suas contas.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Flamengo 2x2 São Caetano, 2006


Data: 23/08/2006
Competição: Campeonato Brasileiro
Estádio: Anacleto Campanela (São Caetano do Sul - SP)
Jogo: Flamengo 2x2 São Caetano
Time: Diego, Leonardo Moura, Fernando (Walter Minhoca), Ronaldo Angelim, André Lima (Rodrigo Arroz), Paulinho, Léo Medeiros, Renato Augusto (Peralta), Renato, Sávio, Fabiano Oliveira.
Gols do Flamengo: Renato (2).
Público: 2.080 pessoas



O Flamengo enfrenta o São Caetano no dia 26 de Agosto de 2006. O São Caetano começa pressionando o flamengo e mandando 2 bolas na trave , em um chute de fora da área e o outro em uma cobrança de falta. Até que Renato Augusto sofre falta no meio de campo. Renato Abreu ajeita a bola e manda um foguete de perna esquerda com efeito no canto direito do goleiro Mauro, que nada pode fazer. Logo após o gol, Leandro Lima chuta um bico de fora da área e o goleiro Diego espalma, mas a bola acaba sobrando para Gustavo Gaúcho, que só da um toque na bola e empata o jogo. Gol polêmico , onde jogadores do Flamengo reclamam que o jogador do São Caetano ajeitou a bola com a mão. O azulão começa a pressionar mais o mengão e após a sobra do escanteio, Gustavo Gaúcho, de novo, chuta no cantinho para virar o jogo. Após bela jogada de Walter Minhoca , Sávio sofre falta dura de Neto, que recebe cartão amarelo. Lá vem Renato Abreu para cobrança de falta , e para a felicidade da nação rubro negra , mais um golaço no ângulo esquerdo do goleiro Mauro. O flamengo consegue empatar o jogo e Renato Abreu sai de campo com uma atuação indescritível.

O Menino Prodígio


Guilherme Ferreira Pinto, torcedor rubro-negro não precisa gravar este nome na memória,lembre apenas de Negueba pois é a mesma pessoa.
Esse jovem jogador é atualmente considerado uma das grandes promessas dos últimos tempos.
Quando ainda era apenas Guilherme, já destruía os adversários jogando futebol de salão,
e foi no salão que descobriu a vocação pra vida,ser jogador de futebol.
O menino prodígio da Gávea, chegou ainda pequeno,e dentro do clube passou por todas as categorias de base com grande destaque, porém foi em 2010, já com Luxa como treinador, que o sonho do ainda menino viraria realidade.Já conhecido como Negueba,o sonho de ser profissional se materializou de fato,porém num momento extremamente delicado,pois o clube vivia uma chance considerável de cair para a 2ª divisão do nacional. Apesar de ter sido apenas um mero coadjuvante do time que conseguiu se salvar da degola, serviu para ele adquirir experiência,e já em 2011,levou toda essa vivencia e experiência para o time de Juniores,conquistando assim pela 2ª vez na história do clube a Copa SP de futebol Jr.
Sendo observado de perto não apenas pelo torcedor e pelo público,Luxemburgo e sua comissão técnica "puxou" novamente para o time de cima, e com as experiências de Ronaldinho, Thiago Neves, Léo Moura e Cia., o menino Negueba tem tudo com calma e sabedoria se tornar não apenas uma promessa que nunca sai do papel,e sim ter papel de destaque no time,pois jogar bola com os pés sabemos que ele já sabe,porém é necessário também jogar com a "cabeça" e pode apostar que se depender exclusivamente da nação, Negueba já é um prodígio

domingo, 3 de abril de 2011

Flamengo derrota o Duque de Caxias com golaço de Renato


E o Urubu-Rei mostrou novamente ser um jogador decisivo para o Flamengo. Com um golaço de fora da área e um cruzamento para o gol contra de Hamilton, ajudou o Flamengo a vencer mais um jogo. O time rubro-negro pressionou o jogo inteiro jogando com garra e criando grandes oportunidades, mas a bola não entrava, até que Renato Abreu decidiu a partida.


Ficha técnica:

DUQUE DE CAXIAS 0 X 2 FLAMENGO

Fernando, Ari, Vitor, Genilson (Lecão) e Hamilton; Juninho, Jougle, Lenílson e Geovane Maranhão (Gerônimo); John (Gilcimar) e Somália.

Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Rodrigo Alvim (Diego Maurício); Maldonado, Willians, Renato e Thiago Neves (Fierro); Ronaldinho e Wanderley (Deivid).

Técnico: Waldemar Lemos.

Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Gols: Renato, aos 28, e Hamílton (contra), aos 44 minutos do segundo tempo.

Cartões amarelos: Lenílson, Juninho, Vítor, Hamílton (DUQ) e Willians (FLA).

Público: 11.791 pessoas (9.127 pagantes). Renda: R$ 199.210,00

Estádio: Engenhão. Data: 02/04/2011. Árbitro: Lenilton Rodrigues Gomes Júnior. Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Wendel de Paiva.



sábado, 2 de abril de 2011

Se Vira nos 7

Estamos estreando um novo quadro no Blog da Nação Rubro-Negra, no qual semanalmente estaremos entrevistando uma personalidade esportiva, a respeito de futebol e claro Flamengo.

O estreante do quadro " Se Vira nos 7 ", é o conhecido jornalista esportivo Carlos Alberto Parizzi, que reservou um tempinho para falar com a equipe do Blog, numa conversa altamente descontraída.




1 - Blog Nação Rubro-Negra : Parizzi, a partir de quando e por que o esporte passou apenas de um hobby em sua vida e virou uma profissão?
Carlos Alberto Parizzi: Na verdade o esporte sempre fez parte da minha vida. Desde menino sou praticante. Isto me levou a cursar Educação Física antes de ser jornalista. Findado o curso abri uma academia de ginástica que existe até hoje. Foi depois que resolvi fazer jornalismo e optei pelo jornalismo esportivo. Continuei a trabalhar na área de esportes só que com outra visão. A visão de jornalista. E graças a Educação Física ficou muito mais fácil comentar futebol, basquetebol, voleibol e outros esportes já que tinha conhecimentos específicos de cada esporte. Foi muito mais fácil.

2 - BNRN: Sabemos que além de trabalhar na área esportiva,o senhor também é escritor,administrador e até musico...olhando o passado e projetando um outro futuro, se não fosse jornalista,qual ramo seguiria?
Parizzi: Acho que, se não tivesse seguido jornalismo e educação física, a música seria minha outra opção. Gosto de praticar, até hoje ainda tenho um grupo de rock que se reúne para tocar em casa ou na casa de amigos. Tenho a música como paixão e ser músico com meu hobby mais gratificante.

3 - BNRN: Qual o seu jogo do Flamengo inesquecível?
Parizzi: Tive muitos, mas a decisão de 1963, quando ainda era menino e meu pai me levava ao Maracanã, ele rubro negro roxo. Foi a decisão Flamengo e Fluminense, com mais de 150 mil pessoas no estádio. O Flamengo foi campeão e um goleiro, que pouco é falado na história do Flamengo, Marcial, fez milagres para que a partida terminasse empatada e desse o título para a Gávea. Mas, sem dúvidas a final do Campeonato Mundial de Clubes, os jogos do time da “era Zico”, também marcaram minha memória de rubro negro.

4 - BNRN: Parizzi, qual sua opinião sobre o mandato até então da Presidente Patrícia Amorim à frente do Flamengo?
Parizzi: Começou hesitante, não tinha equipe para dirigir o clube, cometeu erros de quem não conhecia futebol, algumas declarações estapafúrdias e longe da gestão moderna que prometera nas eleições presidenciais. Passou por um ano turbulento com coisas extra campo (caso Bruno) , coisas no campo com problemas internos sérios dentro do elenco, dirigentes atrapalhados, enfim a beira do caos. Aos poucos começou a entender o clube, cercou-se de gente que conhece a Gávea, e hoje consegue algumas boas vitórias na sua administração. Mas não é o presidente que eu sonhava para o Flamengo. A gestão ainda é bem acanhada embora alguma coisa já esteja sendo feita na direção certa.

5 - BNRN: O senhor já viu o grande jogador Zico dentro das quatro linhas, e também já viu Zico como dirigente, falando como torcedor, gostaria de vê-lo um dia como presidente do clube?
Parizzi: Sinceramente não. Acho que o Zico deveria preservar sua imagem de ídolo rubro negro. Expor esta imagem, como ele expôs ao ser diretor, é uma opção que já mostrou não ser boa. Algumas pessoas confundiram o Zico grande jogador com o Zico dirigente e começaram a criticar o grande ídolo rubro negro. Por tudo que fez pelo Flamengo e o futebol brasileiro deveria conservar apenas o grande feito dentro das quatro linhas. Temos outros exemplos de ídolos que tiveram problemas administrando seus clubes de coração, mesmo sendo ídolos. Sou contra. Acho que o Zico que tem que ficar para a eternidade é o camisa 10.

6 - BNRN: Mestre, o Flamengo sempre foi conhecido com o lema "Craque o Flamengo faz em casa”, e na década de 80, foi provado isso com Zico, Júnior, Andrade, Adílio, Mozer, Tita, Leandro... Por que a geração que conquistou a 1ª Copa SP de futebol Jr. já na década de 90 como Paulo Nunes, Marcelinho Carioca, Djalminha que são ex-jogadores super conhecidos, não renderam profissionalmente no Flamengo como renderam em outros grandes clubes? Foi a perdição do Rio de Janeiro, com noitadas, mulheres e bebidas? Ou teve algum outro motivo em sua opinião.
Parizzi: Na verdade quando se tiram garotos da base para o profissional é preciso que quem estiver fazendo isso saiba fazer. O garoto se empolga se encanta e isso acaba às vezes tirando a concentração e baixando seu rendimento. Geralmente são meninos de famílias pobres que começam a ganhar dinheiro sem ter o preparo psicológico necessário para que isso aconteça. Esses distúrbios acabam passando para dentro de campo. Se não tiver uma comissão técnica muito competente e experiente a coisa desanda. Isso aconteceu com vários desses nomes que foram citados. Depois, mais maduros, conseguiram render tudo o que podiam.

7 - BNRN: Parizzi,quando o jornalista Parizzi, faz um comentário, uma critica, enfim uma matéria sobre o Flamengo tem alguma "pitadinha" também de torcedor ou é apenas o profissional?
Parizzi: Boa pergunta. Sabe que só comenta futebol quem gosta de futebol. E quem gosta de futebol tem sempre seu time. Eu sou Flamengo e não escondo isso. Acho uma bobagem quem o faz. No começo eu tinha uma tendência a criticar, ser mais severo com meu time. Cobrava mais. Talvez o lado torcedor. Hoje em dia, depois de toda essa estrada, aprendi a dominar meus sentimentos e consigo separar o torcedor do comentarista, tranquilamente. Mas continuo sendo rubro negro igual à antes.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Um Fla x Flu que entrou para história.



No dia 31 de janeiro de 2010, Flamengo e Fluminense proporcionaram para seus torcedores um dos maiores clássicos da história desse confronto. Um verdadeiro espetáculo dentro e fora de campo com muita emoção, correria, oito gols e muita alegria para a nação rubro-negra. Flamengo derrotou o Fluminense (5x3), diante de mais de 54 mil torcedores presentes no Maracanã. Um jogo em que cada time dominou um tempo da partida, porém na hora de decidir, a força rubro-negra prevaleceu.


Fluminense começou melhor o jogo e abriu o placar logo aos 13 minutos com Alan e ampliou aos 40 com Conca, de pênalti. Adriano descontou aos 43 minutos porém, o time das Laranjeiras não deu tempo para os rubro-negros comemorarem e aos 45 Cássio fez o terceiro do Fluminense, que com a ampla vantagem se acomodou na partida. Começou o segundo tempo e em 9 minutos o Mengão empatou o jogo, com Love aos 7 e Kleberson aos 9. Mas a noite era mesmo de Adriano. Aos 36 o Imperador virou o jogo para o Flamengo e aos 44 recebeu livre, correu meio campo e tocou na saída do goleiro, finalizando o placar em 5x3 para o time rubro-negro, que mesmo com um jogador a menos conseguiu ter forças para virar o jogo.